"Educar é construir, é libertar o ser humano das cadeias do determinismo". Paulo Freire

Relatos de leitura


Partrícia Fernandes

 

Meu maior desafio na escrita foi escrever meu próprio nome. Quando fiz a pré escola à última lição da cartilha era escrever o nome completo, tive muitas dificuldades, pois meus dois sobrenomes terminam com a constante S, foram dias escrevendo e apagando, pois foi muito difícil, mas superei esse grande desafio (pelo menos foi na época).




SOLANGE CRISTINA DA SILVA

 
Eu tive muita influência de minha mãe pela leitura ela gosta muito de ler mesmo só de leitura veja o que o destino me reservou e todos os dias estou eu incentivando os alunos a lerem. Ter estudado até a quarta série, portanto não terminou o ensino fundamental ela cobrava sempre que eu e meus irmãos tínhamos que ler. E também tive uma professora que todo bimestre tínhamos que ler um livro e lembro até hoje da "Ilha Perdida” muito boa isso tudo me ajudou a gostar de ler hoje faço tudo isso com meus filhos todos os dias quando vou dar alguma bronca sempre digo por que em vez de fazer tal coisa porque não pega um livro e vai ler. Hoje trabalho com um projeto na sala .




Quando eu estudei o ensino fundamental a minha professora de português pedia para os alunos ler um livro fazer resumo e na prova ela fazia perguntas de interpretação e a cada duas semanas fazíamos o rodízio de livros na classe, com isso eu adquiri o hábito de ler.
Hoje eu leio muito, mas eu gosto ler livros religiosos como, A Cabana, Médico de Homens e de Almas, entre outro
 









 

Meire Lucia Espinhosa

Olá colegas

 Bom eu também gosto muito de ler. Ler, como muita gente já comentou, faz a gente viajar sem sair do lugar, conhecer novas culturas e ampliar os pensamentos em relação a muitas coisas.

Sei que talvez não tenha muito haver com a minha disciplina em si, mas o tipo de leitura que estou interessada no momento é a relacionada com a história da formação do Brasil. Os bastidores mesmo do descobrimento, a chegada da família real portuguesa e seus desdobramentos. A história contada a partir de fatos que aconteceram ampliam a visão do todo e ainda torna-se um motivo a mais para que a leitura seja agradavel. Já li Brasil uma história do Eduardo Bueno, Guia politicamente incorreto da História do Brasil e no momento estou lendo A carne e o sangue de Mary del Priore. Ganhei o livro de um amigo e estou adorando...

As vezes nas minhas aulas de matemática mesmo, acho um gancho para comentar sobre os fatos que leio, como por exemplo: como os portugueses chegaram, o que encontraram, que eles pegavam muitos bichos-de-pé aqui no Brasil, enfim os bastidores da história e os alunos adoram saber isso, para os maiores comento sobre os casos de D. Pedro e por aí vai. Já incentivei algumas pessoas a começar a ler esse tipo de livro também.

 Em relação a minha disciplina, gosto de ler alguns livros paradidáticos que contam sobre determinados conceitos. Isso também ajuda no desenvolvimento do conteúdo e faz com que os alunos prestem um pouco mais de atenção ao que se está sendo passado.

 Me lembro que no início de minha vida escolar li alguns livros, livretos, mas o gosto pela leitura mesmo começou quando tinha uns 13 anos e meu tio me emprestou um livro para que eu lesse. O título do livro era Entre o amor e a guerra, já o autor, bom faz um tempinho.

 Quando adolescente escrevia muito, acho que tinha mesmo jeito para a coisa, saia bons textos, e minha professora de Literatura sempre dizia que se emocianava muito com minhas produções. Não sei por que não escrevo mais com tanta frequência, pode a correria do dia a dia. Nem sei se ainda tenho tal habilidade.

No meu relacionamento diário com meus alunos procuro, além de ter um bom relacionamento com eles, incentivá-los a ler qualquer coisa que gostarem de ler. Sempre quando temos aulas duplas, deixo 3 ou 4 alunos irem até a sala de leitura para retirarem livros, eles já estão acostumados e gostam da ideia.

 Bom é isso. Abraços a todos.


RUBENS ALVES DOS SANTOS

 

Meu primeiro contato com a escrita e a leitura foi com seis anos de idade, quando minha irmã mais velha já frequentava a escola no periodo da manhã, e quando chegava `a tarde nós brincavamos de "escolinha".Foi onde comecei a conhecer as vogais, algumas consoantes e também a numeração de 1 a 10.

Quando comecei a frequentar o primeiro ano, já sabia escrever meu nome, ler algumas palavras e também tinha a noção de cálculo em pequenas quantidades, o que facilitou bastante em relação aos outros alunos.

Meu pai após o jantar ajudava-me nas tarefas de matemática e tomava a lição da cartilha "caminho suave", o que acabou virando hábito no decorrer dos anos.

Quando estava na 8ª série, passei a estudar no período noturno, e o professor de português, quase toda semana passava redação, mas não foi um período muito feliz, pois, esse professor fazia comparações entre a minha redação e a da "melhor aluna da sala" e lia em voz alta para todos os alunos, dizendo que minha redação estava mal feita, sem coerência, concordância etc...

Podem imaginar como foi desastrosa esta experiência e mesmo esforçando-me para melhorar, nunca estava bom, conseguindo ser aprovado nesta disciplina com a nota mínima.

Acabei identificando-me com "Gabriel O Pensador" quando ele diz que não gostava de redação mas hoje ele escreve muito bem , as letras de suas músicas, e também com Danusa Leão quando diz "....Tudo que aprendi , foi vivendo e gosto de ler tudo o que aparece não só os BestSeler".

 

Nenhum comentário:

Postar um comentário